Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 27/08/2021

A má distribuição de água potável ao redor do planeta Terra, assim como a falta dos serviços de saneamento básico em lugares menos favorecidos, impactam na escassez de água no século XXI.

No entanto, os fatores naturais que implicaram na disposição de água doce no globo terrestre são apenas uma pequena parte do conflito gerador. Os seres humanos, buscando desenvolvimento das cidades e tecnologias, poluíram algumas - o rio Sarno e o Tiête, por exemplo - o que agravou a situação. Desse modo, é necessário ressaltar os efeitos da falta dos serviços de saneamento básico em regiões mais pobres do planeta, que não contam com o investimento do governo local - como o continente africano - que também não possui grande percentual de água disponível, de modo geral.

Consequentemente, há baixo consumo de água por esses indivíduos, o que afeta o desenvolvimento saudável do corpo humano. De acordo com a OMS, Organização Mundial da Saúde, são necessários de 50 a 100 litros de água por dia, por pessoa, para suprir as necessidades domésticas e pessoais. Porém, segundo o jornal Unipacs, um africano da região subsaariana consome apenas 20 litros por dia; 30 litros abaixo do mínimo apontado pela OMS.

Em “Morte e Vida Severina”, de João C. M. Neto, o nordestino Severino sofre com a seca do sertão brasileiro. Buscando melhores condições de vida, ele viaja em direção ao Recife. Porém, o mesmo cenário de escassez é visto em cidades vizinhas, fato que o deixa muito frustrado e melancólico.

Visto o que foi exposto acima, é preciso que haja a instalação de unidades de tratamento de água e de esgoto nas regiões carentes. Para isso, a OMS recolherá recursos de países voluntários e empregará trabalhadores para essa construção. Em relação aos países desenvolvidos que se encontram em posição geográfica desfavorecida de reservas de água doce, é proposto que invistam no processo de dessalinização de água para suprir necessidades que venham surgir.