Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 02/09/2021

Segundo a Declaração dos Direitos Humanos todo cidadão tem direito ao abastecimento de água potável. Vale ressaltar que a água está presente em nosso cotidiano, de acordo com a Organização das Nações Unidas, cada indivíduo necessita de 110 litros para consumo e higiene, no entanto, no Brasil esse número ultrapassa e chega a ser gastos 200 litros. Por consequências dos desperdícios o tema em questão tem sido discutido no país e no mundo, principalmente pelos impactos negativos gerados, sejam eles sociais, ambientais ou econômicos.

É de grande importância ressaltar que a preservação da água é responsabilidade dos agentes econômicos, pois são os que mais usufruem desse recurso. A Agência Nacional de Águas (ANA) afirma que a cada 100 litros utilizados, 72 são para a irrigação agrícola. A obra “vidas secas” retrata uma família de retirantes que convive com a seca e tenta fugir do Sertão Nordestino em busca de melhores condições de vida. Embora a obra seja do século XX, o problema descrito persiste até os dias de hoje. Entre eles se encontra não só o encarecimento dos produtos, mas também a diminuição da biodiversidade.

Nesse sentido, cada objeto contém uma quantidade de água em sua fabricação, um celular ,por exemplo, possui 15000 litros em sua composição. Sendo assim, a falta hídrica ocasiona o aumento dos preços, uma vez que, a oferta diminui. Como resultado, pessoas de baixa renda não conseguem comprar produtos essenciais. Contudo, as energias elétricas também sofrem com essas repercussões, uma vez que aos reservatórios secarem tem uma grande possibilidade de faltar energia elétrica em várias regiões do país.

Como meio de intervir com mudanças necessárias, produtores agrícolas devem investir em novas técnicas de irrigação, como a de gotejamento, evitando um grande desperdício. Cabe às empresas diminuírem a pegada hídrica, isso pode ser feito por meio da reutilização do recurso, a fim de preservá-lo.