Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 26/08/2021

A obra modernista de Graciliano Ramos, Vidas Secas, retrata uma família de imigrantes que fugiu da seca no sertão nordestino no século XIX. No século 21, a escassez de água é real, não só no Brasil, mas também em todo o mundo. Muito devido principalmente ao grande consumo por parte da agricultura e ao desperdício de água pela população mundial.

Primeiramente, é importante destacar que a proteção dos recursos hídricos é uma responsabilidade dos entes econômicos, como os agricultores, por serem os maiores consumidores. De acordo com a Agência Nacional de Águas (ANA), para cada 100 litros de água consumidos, 72 litros são usados ​​para irrigação agrícola. Além disso, há resíduos na área, como perdas por evaporação ou despejo de excesso de água nas plantas, por isso, se nenhuma medida para tomada, o país pode enfrentar uma crise hídrica, como a crise hídrica ocorrida em São Paulo no ano de 2014.

Além disso, de acordo com as Nações Unidas, cada pessoa precisa de 110 litros de água para beber e sanear. Porém, no Brasil, o consumo ultrapassa 200 litros. Nesse sentido, bilhões de litros de água são desperdiçados na lavagem, banho e lavagem de calçadas, levando à escassez desse recurso natural. Portanto, uma escassez de água afetará a produção de energia das usinas hidrelétricas. Uma vez que o reservatório seca, várias áreas do país podem sofrer com a falta de energia elétrica.

Portanto, pode-se inferir que mudanças devem ser feitas para economizar água. Em seguida, os produtores agrícolas devem investir em novas tecnologias de irrigação, como a irrigação por gotejamento, onde a distribuição da água na plantação é feita por gotejamento, em vez de fluxo constante para evitar o desperdício. As autoridades públicas têm a responsabilidade de desenvolver um plano de vedação com economia de água semelhante à vedação eficiente do Procel para descargas, chuveiros e torneiras, para que os cidadãos possam escolher produtos cada vez mais econômicos. Álem do governo incentivar campanhas contra o desperdício.