Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 27/08/2021

O filósofo grego Aristóteles, o prussiano Immanuel Kant, o britânico Jeremy Bentham, todos eles têm algo em comum: dissertaram sobre a ética, condutas universais do homem para que se tenha boa convivência social de maneira plena. No entanto, essas regras vêm sendo quebradas constantemente, como é o caso da escassez da água no século XXI. Desta forma, torna-se relevante discutir acerca dessa problemática.

Precipuamente, é válido lembrar que em 2010 a Organização das Nações Unidas (ONU), reconheceu o direito a água limpa e segura como um direito humano. Vala ressaltar, portanto, que na sociedade atual, esse direito não é empregado com eficiência, proliferando a sede, a fome e a desigualdade, principalmente nas regiões que dependem da água para irrigar suas lavouras e conseguir se alimentar a partir delas. Esse dado reforça a importância de buscar maneiras para acabar com esse problema no Brasil contemporâneo.

Paralelo a isso, como diz o pensador e filósofo Confúcio, “não são as ervas más que afogam a boa semente, e sim a negligência do lavrador”. Similarmente, esse pensamento entra em conformidade com a negligência do governo sobre os problemas da escassez de água no país. Mesmo tendo leis contra esse problema, segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), cerca de 35 milhões de brasileiros não têm acesso à água potável e 100 milhões de pessoas à coleta e tratamento de esgotos.

Diante do exposto, entende-se a necessidade de reunir esforços para diminuir a escassez de água no século XXI. Logo, é imprescindível que o Poder Legislativo, órgão responsável pela elaboração das leis e pela fiscalização dos atos do Poder Executivo, implemente leis mais severas para acabar com a insuficiência de água no país, desenvolvendo mais qualidade de vida principalmente para as regiões mais afetadas, com a finalidade de acabar de vez com essa problemática e aumentar a igualdade no país. Com essas condutas, ter-se-á um Brasil mais ético e melhor.