Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 27/08/2021

De acordo com o veículo de informações Agência Brasil, a Agência Nacional de Águas (ANA) fez um levantamento apontando que milhões de pessoas ainda não possuem acesso à água tratada no Brasil. Todavia, não se tem um forte investimento e comprometimento de agentes públicos para tratar essa problemática. Assim sendo, faz-se necessário discutir os impactos causados pela escassez da água. Para isso, se torna importante destacar o consumo excessivo por certas áreas, e também a falta de saneamento.

Primeiramente, o setor da agricultura é o maior consumidor no Brasil. Segundo a ANA, de toda a água consumida, 72% é utilizada somente pelo meio agrícola, em quanto apenas 9% é utilizada para o uso doméstico. Com isso, em uma de suas citações, George Santayana diz: “Aqueles que não conseguem lembrar do passado estão condenados a repeti-lo”. Logo, trazendo para o contexto atual, se não houver ações para amenizar esse gasto, a população brasileira estará sentenciada a sofrer uma crise hídrica como a do estado de São Paulo em 2014.

Além disso, outro problema que gera a falta de água é a estrutura precária de saneamento básico. Entretanto, segundo a Rádio Agência Nacional, aproximadamente 100 milhões de brasileiros não possuem em seus lares serviço de coleta de esgotos. Assim, a carência de tratamento desses coloca em risco cerca de 100 mil quilômetros dos rios brasileiros que recebem os dejetos.

Portanto, medidas públicas são essenciais para que o país avance na temática. Por isso se faz necessário, que haja maior fiscalização por parte do ministério da agricultura, do nível de água gasto pela setor agrícola no Brasil, para que a porcentagem existente diminua. Ademais, é importante também que o Governo desenvolva palestras sobre a segurança hídrica em escolas e em empresas, para que tomem conhecimento e apliquem as ideias, como também invista ainda mais em saneamento básico, principalmente em comunidades mais carentes, para que seus desejetos sejam dispensados corretamente e não nos rios que abastecem as cidades.