Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 27/08/2021

Na obra literária “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos, é perceptível a luta pela sobrevivência de Fabiano e sua família diante da falta de água no sertão nordestino, o autor evidencia a crítica social a seca no Nordeste, o descaso social e a exploração humana diante da seca. Consoante a isso, mesmo depois de décadas da publicação dessa obra, o cenário de escassez hídrica ainda permeia a sociedade do século XXI. Isso provém do gasto significativo de água e o uso desregulado desse bem hídrico. Assim, torna-se imprescindível alterar esse uso desregulado e combater a desigualdade na obtenção de tal recurso.

Primeiramente, deve se pontuar, a ineficiência do estado no que tange a garantia do saneamento, básico regiões brasileiras, é um momento de lamentação, sendo evidenciado pelo processamento mau da água, encanamento e seu despejo inadequado, como rios e próximas a habitações. Logo, é perceptível a necessidade de remodelar a maneira de cultivo das práticas sustentáveis, visando mitigar o investimento em regiões menos fávoraveis dando o direito da igualdade a todos.

convém ressaltar, o consumismo exagerado da aguá, especialmente, no setor agrário no brasil e no âmbito industrial em grande parte do mundo. Nota-se que o agronegócio é o principal responsável pelo gasto hídrico em todo o país. Dados do Fundo das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação mostram que 70% da água é usada no setor agrícola.

Portanto, instaurge uma convocação feita por ONU para uma reunião, onde sera discutidas meio de acabar com a falta de água em regiões mais niglegenciadas, de forma que atenda as necessidades de todos. É indubitável a intervenção dos agricultores e da mídia para mudar o panorama da crise hídrica no país. Para isso, esse deve, por intermédio de propagandas, aclarar o consumo consciente de forma a atenuar os impactos do desperdício de água. Pois de acordo com Immanuel Kant “o ser humano é aquilo que a educação faz dele”.