Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 27/08/2021

A obra modernista de Graciliano Ramos, Vidas Secas, traça uma crítica social retratando as dificuldades uma família de imigrantes que fugiu da miséria e da seca que assola o sertão nordestino no século XIX. No século 21, a escassez de água é real não só no Nordeste, mas também em todo o Brasil, pois o grande consumo da agricultura e do lixo atinge a população, além do desperdicio de água, na rotina das familias brasileiras, que muita das vezes passa despercebido pela população. Sabe-se que tal problema necessita de uma solução imediata.

Em primeiro lugar, é importante destacar que a proteção dos recursos hídricos é a responsabilidade dos entes econômicos, como os agricultores, por serem os maiores consumidores. De acordo com a Agência Nacional de Águas (ANA), para cada 100 litros de água consumidos, 72 litros são usados ​​para irrigação agrícola. Além disso, há resíduos na área, como perdas por evaporação ou despejo de excesso de água nas fábricas, por isso, se nenhuma medida para tomada, o país pode enfrentar uma crise hídrica, como a crise hídrica ocorrida em São Paulo no ano de 2014.

Além disso, de acordo com as Nações Unidas, cada pessoa precisa de 110 litros de água para beber e sanear. Porém, no Brasil, o consumo ultrapassa 200 litros. Nesse sentido, bilhões de litros de água são desperdiçados na descarga, banho e lavagem de calçadas, levando à escassez desse recurso natural. Portanto, um escassez de água afetará a produção de energia das usinas hidrelétricas. Uma vez que o reservatório seca, várias áreas do país podem sofrer com a falta de energia.

Portanto, pode-se inferir que mudanças devem ser feitas para que a água seja econimizada. Em seguida, os produtores agrícolas devem investir em novas tecnologias de irrigação, como a irrigação por gotejamento.A distribuição de água na plantação é feita por gotejamento ao evitar de fluxo constante para evitar o desperdício. As autoridades públicas têm a responsabilidade de desenvolver um plano de vedação com economia de água semelhante ao Procel de vedações energeticamente eficientes para descargas, chuveiros e torneiras, para que os cidadãos possam escolher produtos cada vez mais econômicos e aumentar a fiscalização para que todo utilizassem esses produtos, afim de diminuir o deserdicio por parte da população, onde consequentemente aumentaria a qualidade de vida da população e o custos de vida dininuiria, uma vez  que iria haver queda de preço nos talões de água e energia.