Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 27/08/2021

A Constituição brasileira de 1988 assegura a todos os indivíduos o direito ao acesso à água tratada e sempre disponível. Entretanto na prática tal garantia é deturpada, visto que a população brasileira, têm sofrido com a escassez hídrica , principalmente os moradores da região Nordeste, que sofrem muito com as secas. Esse cenário nefasto ocorre não só pela industrialização , mas também urbanização . Logo, faz-se imperiosa a análise dessa conjuntura, com o intuito de mitigar os entraves para a consolidação dos direitos constitucionais.                                                                                                               Em primeiro lugar, é válido ressaltar que a escassez hídrica no século XXI vai de encontro também aos objetivos do desenvolvimento sustentável propostos pela ONU. Segundo a ONU, os 17 objetivos têm como meta o equilíbrio dos três pilares do desenvolvimento sustentável- social, econômico e ambiental- e a relação interligada entre cada um deles. Nesse caso, um dos preceitos diz respeito à água potável e saneamento , porém com a escassez hídrica no século XXI e seus impactos isso não ocorre uma vez que com a urbanização e, consequentemente o desmatamento faz com que diminua o volume de água, já que as árvores fazem o processo de transpiração e sem isso dificulta a formação das precipitações. Ademais, evidencia-se, por parte do Estado, a ausência de políticas públicas evidencia-se, por parte do Estado, a ausência de políticas públicas suficientemente efetivas para resolver a problemática. Segundo Abraham Lincoln, ícone político americano, a política é serva do povo e não o contrário. Com efeito, em relação a escassez hídrica e seus impactos no século XXI, o que se percebe é justamente a ideia oposta a que Lincoln defendeu, pois não há um conjunto de ações, planos, metas públicas voltadas para a resolução da questão. E como consequência há o agravamento de um problema ambiental expressivo que poderia ser solucionado se houvesse mais interesse do Estado. Logo, é inegável que essa situação ocorre porque governo não age em prol da resolução dela, com ações efetivas para resolver a problemática.                                                                                                                                                                  Desse modo, é necessário medidas cabíveis para mitigar essa problemática. Para isso, o Governo Federal, poder máximo de um Estado, deve punir as prefeituras ou os responsáveis que desmatarem as florestas de forma ilegal, por meio de câmeras instaladas escondidas que filmem visivelmente o rosto do indivíduo que cometer esse crime, a fim de que haja um aumento do volume de pluviosidade nas cidades de forma controlada.