Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 03/09/2021

Relativamente á má utilização de água no Brasil, é algo que tem crescido, principalmente nos últimos anos. Na obra modernista Vidas Secas, de Graciliano Ramos, vai retratar uma família de retirantes que foge da seca do sertão nordestino no século XIX. Se trazermos esses problemas para século XXI, a escassez de água é uma realidade não só no Nordeste, mas em todo o Brasil, devido ao vasto consumo por parte da agricultura e ao desperdício, que gera efeitos para à população.

Em primeira instância, vale ressaltar que a preservação da água é responsabilidade dos agentes econômicos, como agricultores, visto que são um dos maiores consumidores. Segundo a Agência Nacional de Águas (ANA), a cada 100 litros de água consumidos, 72 são utilizados na irrigação agrícola. Além disso, existi um grande desperdício nessa área, como perdas por evaporação ou pelo excesso de água jogada nas plantas e, desse modo, caso medidas não sejam tomadas, o país pode viver uma crise hídrica, como a ocorrida em São Paulo em 2014.

Deve-se ressaltar que a preservação da água é responsabilidade dos agentes econômicos, como agricultores, visto que são os maiores consumidores.Segundo a Agência Nacional de Águas (ANA), a cada 100 litros de água consumidos, 72 são utilizados na irrigação agrícola. Referente ao  grande desperdício, deveria ser tomada medidas de conscientização da população para economizar água com incentivos fiscais de redução nos valores das tarifas.

Por fim é necessário mudanças para que a economia de água seja efetivada. Os produtores agrícolas devem, então, investir em novas técnicas de irrigação, como a de gotejamento, em que a distribuição de água sobre a plantação é feita pelo derramamento de gotas ao invés de um fluxo constante, a fim de que se evite um grande desperdício, e fiscalizações,  dentro dos perímetro. Cabe também ao Poder Público a criação de um programa de selos de eficiência hídrica para descargas, chuveiros e torneiras, semelhante ao selo Procel de eficiência energética, para que os cidadãos começem a optar por produtos cada vez mais econômicos.