Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 30/08/2021
A obra modernista de Graciliano Ramos, Vidas Secas, retrata uma família de imigrantes que fugiu da seca no sertão nordestino no século XIX. No século 21, a escassez de água é real não só no Nordeste, mas também em todo o Brasil, pois o grande consumo da agricultura e do lixo atinge a população.
Em primeiro lugar, é importante destacar que a proteção dos recursos hídricos é a responsabilidade dos entes econômicos, como os agricultores, por serem os maiores consumidores. De acordo com a Agência Nacional de Águas (ANA), para cada 100 litros de água consumidos, 72 litros são usados para irrigação agrícola. Além disso, há resíduos na área, como perdas por evaporação ou despejo de excesso de água nas fábricas, então, se nenhuma medida para tomada, o país pode enfrentar uma crise hídrica, como a crise hídrica ocorrida em São Paulo. Ano de 2014.
Além disso, de acordo com as Nações Unidas, cada pessoa precisa de 110 litros de água para beber e sanear. Porém, no Brasil, o consumo ultrapassa 200 litros. Nesse sentido, bilhões de litros de água são desperdiçados na lavagem, banho e lavagem de calçadas, levando à escassez desse recurso natural. Portanto, um escassez de água afetará a produção de energia das usinas hidrelétricas. Uma vez que o reservatório seca, várias áreas do país podem sofrer com a falta de energia.
Portanto, pode-se inferir que mudanças devem ser feitas para economizar água. Em seguida, os produtores agrícolas devem investir em novas tecnologias de irrigação, como a irrigação por gotejamento.A distribuição da água na plantação é feita por gotejamento ao evitar de fluxo constante para evitar o desperdício. As autoridades públicas têm a responsabilidade de desenvolver um plano de vedação com economia de água semelhante à vedação eficiente do Procel para descargas, chuveiros e torneiras, para que os cidadãos possam escolher cada vez mais econômico.