Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 10/10/2022
Na mitologia grega, Aquiles, o temível guerreiro de troia, foi atingido por uma flecha em seu calcanhar, o único ponto fraco para uma vida gloriosa. Analogamente ao mito, a sociedade brasileira, é atingida pela flecha da negligência governamental, no que tange na garantia de acesso à água, que envenena as pessoas e gera grandes consequências. Diante do exposto, impactos da escassez da água no século XXI são catastróficos, problema que tem causa na ilegitimidade governamental, gerando graves consequências, como desenvolvimento de doenças.
Nesse contexto, é explicito que a escassez da água é um problema a ser enfrentado. Tal problemática advém de uma má gestão dos recursos naturais e do ecossistema, a exemplo da Amazônia, que com seus rios voadores, abastece e permite o acesso à água potável em muitas regiões. Entretanto, a vegetação vem sendo cada vez mais degradada, que segundo o Grean Peace, as queimadas dobraram no último ano. Segundo o Max Webber ‘‘O Estado só é legítimo quando assegura os direitos dos cidadãos. Nessa perspectiva, observa-se que a máxima do autor não é seguida, visto que a atual gestão contribui para a falta de água, permitindo queimadas e danos a umas das principais fontes.
Consequentemente, é notório que esse comportamento gera graves imbróglios. Dessarte é preocupante visto que a carência de água potável leva as pessoas a consumirem águas insalubres, tornando suscetível o desenvolvimento de doenças como amebíase e verminoses. Ademais, tal situação, é ruim para a economia, visto que esses doentes acabam sobrecarregando o sistema de saúde publico. Segundo Hebert Spencer, ‘‘A sociedade é como um organismo vivo’’. Assim, um indivíduo que fragilizado na sociedade, como aquele que desenvolve uma doença por falta de água de boa qualidade, compromete todo o organismo.
Depreende-se, portante de medidas para superar o problema. Logo, cabe ao Ministério do Meio Ambiente, em conjunto a mídia, que é o melhor meio de acesso a toda a população, combater as queimadas e a destruição ilegal da Amazônia, por meio da acentuação das fiscalizações e exposições das consequências, a fim de garantir o acesso e diminuir os impactos dada escassez da água. Dessa forma, a sociedade estará protegida da flecha envenenada.