Impactos da flexibilização das leis ambientais brasileiras

Enviada em 30/08/2019

No Brasil, no ano de 2015 houve o rompimento da barragem de Fundão, da mineradora Samarco, a qual é gerenciada pela Vale. Por certo, deixou mais de 19 mortos; Todavia, 3 anos depois ocorreu o mesmo incidente na cidade de Brumadinho. Em suma, os resultados são devastadores ao meio ambiente e a população, (já que ambas barragens comportavam lama com metais pesados inutilizáveis),  graças às grandes empresas , as quais possuem grande influência exponencial pela valia aquisitiva possuinte, tornando a subornação um método possível e vantajoso.

Entretanto, o apoio governamental é de suma importância, visto que o poder de fala que os representantes detém estimula a massa a tomar as devias decisões. Certamente, no Brasil há áreas de preservação as quais demasiadamente tornaram-se importantes para o mundo, como a floresta Amazônica, onde habitam mais de 2 milhões de espécies da fauna e flora, segundo dados do IBGE. Consequentemente, a mesma sofre com o descaso do agronegócio, ou seja, com a devastação para uso pecuário, e plantações para fim exportador, como a soja. Segundo dados do Greenpeace, no ano de 2009, a cada 18 segundos, um hectare de floresta Amazônica, em média, era transformada em pastos. Eventualmente, não há punições expressas, o que resulta em um aproveitamento pela não fiscalização e imputação.

Além disso, no atual governo (2019), o Presidente da República Jair Bolsonaro, se auto-titulou “Capitão Motosserra”, impulsionando uma devastação ainda maior, visando que o mesmo, induz os ouvintes pelo poder concentrado em seu título.

Por certo, as empresas madeireiras também colaboram diretamente com o dano à floresta, pois grande  parte da madeira utilizada na fabricação de móveis, são conseguidas de forma ilegal, ou seja, a madeira não possui nota fiscal e por não ser sujeitada ao devido tratamento, transforma o dano num efeito cascata, visto que, a durabilidade do produto adquirido, é reduzida.

Certamente, a lei não atinge à todos, já que a flexibilização das leis ambientais são, pelos grandes empresários, comuns, pois utilizam a subornação no momento da verificação, forjando documentos com a finalidade de transmitir segurança.

A fim de que não haja mais o burlamento no sistema de fiscalização na flexibilização das leis ambientais, torna-se necessário uma visita sem comunicação dos fiscais, junto de multas altas, (determinadas pela gravidade do problema o qual poderia ter gerado), caso haja irregularidade, e por fim, a apresentação de boletos comprovando a posse por determinado recinto.