Impactos da flexibilização das leis ambientais brasileiras

Enviada em 28/08/2019

Segundo Durkheim, sociólogo francês, a sociedade prevalece sobre os indivíduos, pois quando nascem seus costumes, hábitos e línguas já são preestabelecidos. No entanto, a flexibilidade das leis ambientais, no país, reforça a métrica em que os parâmetros dos indivíduos devem serem reformulados, a fim de combater os malefícios aos corpos sociais. Assim, cabe-se avaliar a importância da preservação para as gerações futuras e, também, as consequências do desmatamento ilegal.

Mormente, em uma sociedade sustentável e equilibrada, é evidente que haja uma solidificação na preservação ambiental. Nesse sentido, consoante ao filósofo Sartre, o homem é livre e responsável para as suas escolhas e atos. Seguindo esse raciocínio, percebe-se que o homem deve tomar ações concretas para o desenvolvimento da humanidade, de maneira paralela com a natureza. Desse modo, pode-se buscar uma homeostase sustentável e sair dos costumes retratados por Durkheim.

Além disso, em função do capitalismo, os desmatamentos e a destruição do meio ambiente se intensificam gradativamente. Ainda nessa ótica, de acordo com o filósofo Karl Marx, em uma sociedade capitalista, tornam-se todos capitalistas. Analogamente, esse pensamento em busca do lucro, reduz a cada dia as florestas brasileiras e, consequentemente, os humanos. Dessa forma, os impactos destrutivos a natureza, reflete na vida de todos os seres vivos e a sua continuação deve ser excluída.

Portanto, faz-se necessária a atuação do Ministério do Meio Ambiente, juntamente, com o Ministério da Educação, por meio de verbas governamentais, criem campanhas midiáticas, nos meios de comunicações sociais, por exemplo, nas redes sociais, televisivas e radiofônicas. Sendo assim, com o objetivo instruir a população sobre não desmatarem a natureza, de forma que construa nos indivíduos um pensamento coletivo e social com todo o planeta. Posto isso, será possível mudar os hábitos e costumes impostos pela sociedade e, ademais, criar uma sustentabilidade, diferentemente, da sociedade impositiva argumentada por Durkheim.