Impactos da flexibilização das leis ambientais brasileiras
Enviada em 10/09/2019
Segundo Paul Watson, cofundador do Greenpeace, ONG ambiental, inteligência é a habilidade das espécies para viver em harmonia com o meio ambiente. Contudo, há uma vasta flexibilização nas leis ambientais brasileiras e com isso um impacto na natureza. Nessa esteira, nota-se que a falta de rigidez é um sério problema, pois dessa forma latifúndios fazem uso indevido de agrotóxicos e com isso a natureza sofre impactos em sua fauna e flora.
Atualmente, observa-se que o uso de pesticidas tem sido usado em grande estala nas plantações de monoculturas. De certo, o uso começou a partir do século XX com a Revolução Verde que é a introdução de de novas tecnologias e meios de combater danos as plantações. Entretanto, a modernização da agricultura que deveria suprir as necessidades básicas dos brasileiros e evitar o prejuízo nas lavouras tem se tornado o antagônico da saúde e do meio ambiente. Destarte, é necessário rever a extravagância do uso desses biocidas para evitar uma possível degradação ambiental.
Ainda convém lembrar, que o abrandamento das leis ambientais no Brasil tem se tornado frequente. Ademais, a natureza sofre com a sua exploração e destruição desde 1500 quando as primeiras caravelas chegaram ao território recém descoberto. Foi então, a partir da negociação - feita através de escambo entre colonos e indígenas - que a natureza começou a ser devastada e por consequência, leis foram criadas para evitar futuros impactos na fauna e flora. Todavia, hoje, nota-se que muitas leis não são respeitadas.
Fica evidente, portanto, que há uma omissão dos órgãos responsáveis em fiscalizar o uso indevido de praguicidas e carece de uma maior rigidez quanto as leis ambientais. Desse modo, urge ao Governo Federal punir os ruralistas que não cumprirem o que é determinado em lei, com severas multas e converte-las em ajuda para ONG’s ambientalistas, com a finalidade de restaurar espaços degradados pelo impacto ambiental que o homem causa.