Impactos da flexibilização das leis ambientais brasileiras
Enviada em 01/10/2019
O artigo 125 da constituição brasileira cita, “Um meio ambiente preservado é direito de todos e de responsabilidade do estado e da sociedade”. No entanto a grande tendência governamental de flexibilizar as leis ambientais vem sendo uma ameaça ao meio ambiente e a sustentabilidade.
Primeiramente podemos pontuar as consequências de tornar menos rígido o código florestal, tendo em vista o âmbito social, político e econômico. A necessidade do país em aumentar a produção, conseguinte o saldo comercial, vem trazendo atemorização a preservação da natureza, podemos citar o grande índice de desmatamento gerando mudanças climáticas, afetando a fauna e a flora, desabrigando seres vivos de determinadas áreas, mudanças no solo e percurso de nossas águas.
Apesar de sediarmos duas grandes conferências mundiais do meio ambiente como a Eco 92 e a Rio+20, o Brasil é fortemente cobrado a cerca de sustentabilidade, ou seja, ter viabilidade econômica, justiça social e redução de impactos ambientais. É valido lembrar do recente desastre ambiental do inicio de 2019, o rompimento da barragem de minério de Brumadinho que ceifou a vida de trabalhadores e da população que se encontrava na área, além da poluição da água que chegou em poucas horas ao rio Paraopeba, um desastre humanitário.
Com o intuito de mitigar essa problemática e de suma importância que o governo detenha de uma banca ambientalista, com pessoas comprometidas com a preservação ambiental, como também o Ministério do meio ambiente deve tornar mais rígida as fiscalizações, e as punições monetárias as empresas responsáveis por catástrofe. Ademais incentivar a sustentabilidade, e a responsabilidade, não só com as consequências financeiras, mas com as gerações vindouras.