Impactos da flexibilização das leis ambientais brasileiras
Enviada em 10/10/2019
No novo Código Florestal, estipulado em 2012, está prevista complacência quanto ao desmatamento próximo de recursos hídricos, como nascentes e lagos. Em conjunto, 65% dos desmatamentos na Amazônia são causados pela substituição da vegetação por lavouras, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de de Geografia e Estatística). À vista disso, nota-se que a flora e a fauna brasileiras são desvalorizadas, bem como os seus biomas, que são afligidos expressivamente devido às flexibilizações das leis que protegem áreas tidas como preservadas, que penalizem casos de poluição e que mediem as ações humanas para que se tenha o mínimo de impacto possível para as gerações futuras.
Concomitantemente, desde que o homem desenvolveu a agricultura e passou a ser sedentário e que a Revolução Industrial foi iniciada, o ser humano passou a objetivar a dominação da natureza. Isto é, passou a domesticar os animais, desmatar para construir casas e prédios gigantescos e modificar biomas, a medida que introduz espécies não nativas em diferentes lugares. Logo, após o uso imprudente durante anos dos recursos naturais, quando os mesmos começaram a se mostrar finitos e quando foram percebidas consequências, foram desenvolvidas leis que visam a proteção e diminuição das ações antrópicas, contudo, essas normas são infligidas e sofrem flexibilização frequente.
Ademais, antagonicamente ao que é presenciado no país, é de suma importância seguir rigorosamente o Relatório Brundtland, estabelecido em uma das maiores conferências ambientais e que ambiciona uma melhora das condições ambientais mundiais. Por consequência, se não forem exauridas politicas que tornem possível a inobediência das leis protecionistas e se não forem reparados o quanto antes os danos advindos da ação humana, a vida na terra das gerações futuras será insustentável, dado que os bens provenientes do meio ambiente são finitos e estão se esgotando rapidamente.
Infere -se, portanto, que é fundamental que o Ministério do Meio Ambiente disponibilize pessoas para monitorar e evitar a transgressão das leis, também impor leis mais severas com penalizações ponderosas.Além disso, o mesmo deve oferecer palestras e cartilhas que objetivam a conscientização das pessoas quanto a importância de devidas precauções e que incentivem os jovens a empenhar-se em prol da preservação dos biomas, por meio de manifestações. Dessa forma, os danos causados à natureza seriam parcialmente reparados.