Impactos da flexibilização das leis ambientais brasileiras

Enviada em 10/10/2019

O aumento contínuo dos impactos nas leis ambientais tem sido evidente na sociedade brasileira. Isso tem a necessidade de ser freado, por conta dos inúmeras prejuízos, como por exemplo, os desastres ambientais que vem sendo registrados. Em relevância, é preciso uma análise dos aspectos explorados que corroboram essa problemática: ausência de preocupação com crises ambientes e a falta de manutenção com as prorrogadas leis infligidas ambientais.

É indubitável que a questão de imparcialidade das leis ambientais e sua aplicação estejam entre os fatores causadores que atenuam o problema. Segundo o co-fundador do Greenpeace Paul Watson, “a inteligência é a habilidade das espécies para viver em harmonia com o meio ambiente”. De maneira análoga, é possível perceber que, no Brasil, a ausência de preocupações com as crises ambientais rompe a tranquilidade adquirida, haja visto, as consequências desse fator com a atmosfera. Outrossim, é possível destacar a precária falta de manutenção com as leis infligidas ambientais como impulsionador da questão. De acordo com o poeta chileno, Pablo Neruda, “você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências”. Observa-se nessa mesma linha de pensamento, que ao se abandonar a revisão de determinadas leis, corresponde a um passo para possíveis respostas naturais, como foi visto em Janeiro de 2019, na cidade de Brumadinho.

Portanto, evidencia-se que ainda há entraves para garantir à solidificação de políticas que visem à construção de um mundo ambiental melhor. Ainda cabe à mídia o papel principal de promover debates em horários nobres, junto a campanhas públicas apoiadas por ONGs. Desse modo, fomentando a conscientização sobre os impactos dessa flexibilidade nas leis do ambiente brasileiras, a fim de que assim, o tecido social possa se desprender de certos tabus para que não viva a realidade das sombras, igualmente como na alegoria da caverna de Platão.