Impactos da flexibilização das leis ambientais brasileiras

Enviada em 22/10/2019

No início de 2019, ocorreu a fusão do Ministério do Meio Ambiente e da Agricultura. A individualidade de ambos é necessária para viabilizar o crescimento sustentável que garante não só o lucro como também a conservação das áreas utilizadas para a extração dos recursos.

Dada essa fusão, comumente são levantadas discussões sobre a flexibilização das leis ambientais que tendem a ser afrouxadas a fim de acelerar a produção em larga escala do mercado terciário e suprimir as obrigações imputadas pelos ambientalistas.

Em virtude do enfraquecimento do braço ambiental, teremos pouca fiscalização em relação a distribuição de licenciamentos para empresas que têm como objetivo tornar rápido e barato seus meios de produção. Com isso, poucas análises são feitas e provocam a degradação do meio utilizado para extrair e cultivar a matéria prima. Além disso, o desequilíbrio entre a área que deve ser preservada e a que pode ser explorada. Essas ações causam danos irreparáveis aos ecossistemas e a população carente que dele sobrevive.

Levando em consideração a importância do balanceamento de poder entre os órgãos citados, o Poder Executivo deveria separar essas repartições e dessa forma promover o desenvolvimento sustentável que mescla o superávit econômico com a conservação do território brasileiro.