Impactos da flexibilização das leis ambientais brasileiras
Enviada em 29/10/2019
Fiscalização eficiente
O Brasil enfrenta progressivos problemas referente a sua fiscalização ambiental, pois apesar de existir várias leis explícitas que proíbem ações como: queimadas em áreas preservadas, descarte de subtâncias tóxicas em rios e venda de animais nativos, estas ilegalidades continuam a serem realizadas. Desta forma, colocando em risco toda fauna e flora brasileira existente.
Assim, se torna indubitável a precaridade da fiscalização ambiental brasileira que vem prejudicando o país ao longo de város séculos, como é corrobado pelo quase desaparecimento de toda Mata Atlântica, o número crescente de animais em extinção e a desapropriação de terra indígena em prol do extrativismo e agronegócio demasiado.
Sendo assim, uma maior flexibilização nas leis ambientais traria impactos ainda mais negativos para o meio-ambiente, visto que com leis mais amenas haveria uma maior seguranças para os contribuintes na destruição da natureza nativa. E, assim teríamos perdas ainda maiores e mais significativas em relação não só a nossa fauna e flora, mas sim, ao ar em que respiramos e as nossas estações climáticas que já se tornaram um verdadeiro pandemônio devido as ações antropogênicas.
Em síntese, é dever do poder legislativo, o judiciário em comunhão com o MMA (Ministério do Meio Ambiente) intervir para a existência de leis e uma fiscalização mais rígida e eficientes, e o Ministério da Educação (MEC) deve utilizar as escolas como ferramentas para orientar os alunos sobre a importância da preservação ambiental através de aulas e campanhas em que os pais participem. Consequinte teremos um Brasil preservado trazendo benefícios para todos os cidadãos, com um ar mais puro e uma vegetação mais rica.