Impactos da flexibilização das leis ambientais brasileiras
Enviada em 06/02/2020
No filme “O menino que descobriu o vento” são retratados os impactos na natureza, ocasionados pela agricultura desregrada, em decorrência da flexibilização das leis. De maneira análoga, a problemática vem tornando-se expressiva no Brasil com a destruição ambiental. Sob esse ângulo, não só o extrativismo ilegal mas também aos ajustamentos da legislação propagam os impactos.
A priori, conforme o livro do filósofo Aristóteles, Ético a Nicômaco, “A política serve para garantir a felicidade dos cidadãos”. Entretanto, o Governo brasileiro vem flexibilizando as leis de proteção à natureza como forma de atração de multinacionais, para a exploração dos recursos, e beneficiando o agronegócio, dominante de capitais elevados. Assim, a gestão ambiental acarreta na insatisfação populacional e ecossistêmico.
Dessa forma, verificam-se as calamitosas consequências, como as incidentes queimadas na Floresta Amazônica, que no ano de 2019 cresceram exponencialmente, o esgotamento ambiental, como a perda da fertilidade do solo, e os desastres ambientais, como as enchentes. Por conseguinte, confirma-se através das ideias do filósofo Thomas Hobbes, “O homem é o lobo do próprio homem”.
Torna-se visível, portanto, que a flexibilização das leis ambientais impactam, vigorosamente, a sociedade e o meio ambiente. Desse modo, cabe ao Ministério do Meio Ambiente, juntamente com o Governo Federal, enrijecer as leis ambientais e fiscalizar o meio natural brasileiro, devido aos sérios danos provocados, por meio de uma associação com as ONGs (Organizações não governamentais), como uma forma de inspeção segura e impessoal. Tais medidas visam combater o impasse de forma precisa e democrática o extermínio da natureza do Brasil.