Impactos da flexibilização das leis ambientais brasileiras
Enviada em 28/04/2020
Tendo como referência um governo que desautoriza os dados de desmatamento e não ve com bons olhos a pedida de contas de líderes como: Ângela Merkel e Emmanuel Macrom, os legisladores brasileiros tem um grande motivo para flexibilizar as leis ambientais. Essas mudanças colocam em cheque a importância do Brasil junto à Organização das Nações Unidas(ONU) e reacende os fervores dos inimigos do meio ambiente.
Em primeiro lugar, se o Brasil é reconhecido mundialmente em questões ambientais, deve-se aos governos federais anteriores que tinha a proteção ao meio ambiente como primordial. Primeiro país a aderir as decisões da ONU e primeiro a ceder seu território para tratar da questões ambientais, o Brasil vive uma fase de transição de governo, bem como de forma de tratar o meio ambiente. Segundo o novo governo, que não repassa informações aos organismos internacionais e se opõe à governantes europeus, nas palavras do presidente Bolsonaro, " se toda essa devastação estivesse ocorrendo, a Amazônia já estaria extinta a tempos. Negar os constantes desmatamentos é uma forma de confrontar os dados e de se afastar do historico de conbate registrato em outros governo.
Ademais, quem aproveita os tempos de confiança na inatividade ambiental e desconfiança dos dados são os madeireiros e produtores agricolas. Após a mudança de governo, não hove mais demarcação de terras indígenas, nem decretação de áreas de proteção ambiental, vive-se com as ações de governos passados e com a possibilidade de regressão. Além disso, dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), foram colocados em dúvida, segundo o governo federal,“entendo a necessidade de preservar, mais a psicose ambiental acabou comigo”. Dessa forma, restringe os orgãos de proteção, ao demostrar não haver motivos para a luta diaria por controle de queimadas e por repressão às constantes tentativas de desmatamentos, e incita os inimigos da preservação ambiental.
Portanto, os caminhos trilhados por esse novo governo abre um precedente notadamente liberal quanto as leis ambientais, colocando em cheque a posição brasileira junto a ONU e incentivando novos ataques a já assolada Amazônia. É necessário uma ação urgente do governo tendo em vista retomar a boa relação com os demais menbros das Nações Unidas, bem como executar ações preventvas contra os desmatamentos e a destruição da Amazônia. Essas duas metas podem ser alcançadas com ações que demostre o interesse legal (leis brasileiras) de controlar os recursos ambientais e de reduzir as ações que levem a sua degradação.