Impactos da flexibilização das leis ambientais brasileiras

Enviada em 11/09/2020

Na obra “Triste fim de Policarpo Quaresma”, do escritor Lima Barreto, o protagonista goza de uma imagem extremamente positiva do Brasil, que, na opinião dele, precisa apenas de alguns ajustes para tornar-se uma nação desenvolvida. Fora da ficção, o país persiste com uma série de deficiências e conflitos, dentre elas, a flexibilização das leis ambientais. Logo, é fundamental analisar como impactos da problemática, a escassez de recursos naturais e o aumento do aquecimento global.

Primordialmente, cabe destacar a escassez de recursos naturais como resultante do imbróglio. Nesse sentido, a Organização Mundial do Comércio (OMC) afirma que recursos naturais são “estoques de materiais existentes em ambiente natural que são escassos e economicamente úteis”. Ou seja, se forem usados de forma excessiva serão esgotados e manutenção da vida será cada vez mais difícil.

Em segunda análise, o aquecimento global apresenta-se como o mais destrutivo dos impactos. Nesse contexto, o intenso desmatamento, aliado a desertificação de áreas e a grande emissão de gases tóxicos, têm como resultante o aquecimento global, uma vez que por causa da sua extensão territorial a floresta amazônica é a maior responsável por manter o clima da terra estável. Por conseguinte, haverá aumento gradativo da temperatura terrestre, redução da biodiversidade, alterações de ecossistemas, aumento do nível dos oceanos, entre outros problemas.

Portanto, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço do problema em escala nacional e mundial. Dessarte, urge que a população por meio da democracia, faça protestos pacíficos e greves com o intuito de demonstrar oposição ao Estado e barrar a flexibilização. Desse modo, atenuar-se-á, em médio e longo prazo os impactos catastróficos do óbice.