Impactos da flexibilização das leis ambientais brasileiras
Enviada em 20/08/2020
Na obra cinematográfica “A última hora”, atesta o que é apresentado em manchetes dos jornais de desastres do meio ambiente, como de fato: emissões de gases, os quais poluem na atmosfera, extinção de espécies animais, subnutrição e epidemias, de maneira a associar as ações humanas com suas consequências. Não obstante, em plano real, a exercida e intensificada flexibilização das leis ambientais brasileiras corroboram para causar grandes impactos ambientais. Diante disso, é possível destacar o capitalismo selvagem na degradação ambiental em concórdia com o engajamento dos ativistas ambientais são fatores preponderantes que assolam os brasileiros em curso inefável.
É errôneo afirmar que a danificação do ambiente surgiu na contemporaneidade. Visto que com a Revolução Industrial, no século XVII, foi realizada a transição da manufatura para a indústria mecânica de modo a gerar o aumento da degradação ambiental. Nesse sentido, com intuito de realizar empreendimentos para aqueles que estão à frente do país, como deputados, senadores e presidente, a flexibilização das leis trouxe para o agronegócio licenças facilitadas, com a finalidade da expansão da agroindústria que corroboram para tragédias, como a de Brumadinho-MG e Mariana-MG, as quais sofreram negligência das instituições ambientais. Sendo assim, a lei conhecida como “código florestal” é desrespeitada na medida que o sistema econômico passa a se sobrepor ao sistema político, privilegia-se a ideia de desenvolvimento como crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) sem garantir um meio ambiente ecológico equilibrado.
Em esfera contemporânea, observa-se a tentativa de movimentação da sociedade, de forma que busque efetivar a ética ambiental. Assim, existem Organizações não governamentais - (ONGs) engajadas em cuidados com o meio ambiente, a exemplo da “WWF-Brasil”, a qual sua atuação envolve busca pelo ato de conservar a biodiversidade em todo o mundo, de forma a fornecer instruções adequadas quanto ao uso de recursos naturais ofertados pelo próprio meio ambiente. Tal fato é evidenciado no G1 em 2019, o qual apresentou a solicitação do diretor da WWF-Brasil de uma ação conjunta do governo, do setor privado e da sociedade para proteção da Amazônia que sofreu retirada da vegetação pelos incêndios. Logo, com organizações sociais a fim de alertar àqueles negligentes ambientais, é possível a existência de processos que desenvolvam o rigor de leis e consciência ambiental dos brasileiros.
Por conseguinte, ambientalistas, empresários e Deputados devem inconformar-se, bem como engajarem-se no ato de redemocratizar as leis ambientais para que sejam vigoradas de forma adequada. De tal maneira que reúnam-se em Webnários, juntamente com as Secretarias do Meio Ambiente e o IBAMA, com o intuito de institucionalizar o Núcleo do Desenvolvimento Ambiental - (NUDEA), o qual proporcionará o curso on-line Práticas Ambientais nas redes sociais. De forma que não só a Câmara Municipal apoie essa proposição, mas também a Prefeitura a financie, a fim de potencializar as intervenções para o meio ambiente brasileiro.