Impactos da flexibilização das leis ambientais brasileiras

Enviada em 07/09/2020

Segundo Sartre, filósofo francês, o ser humano é livre e responsável; cabe a ele escolher seu modo de agir. Logo, com o avanço do sistema capitalista, recai sobre o homem o compromisso de tornar o mundo mais sustentável. No século XXI, a preocupação com a flexibilização das leis ambientais, por contribuir para o desenvolvimento econômico e par a preservação do meio ambiente, reflete essa realidade.

Primeiramente, é importante estabelecer que leis ambientais atrapalham desnecessariamente o desenvolvimento de um país. Muitos defendem que essas leis impendem a poluição e o desmatamento, porem, como mostra a curva de Kuznets, um gráfico sobre desenvolvimento economico criado pelo economista Simon Kuznets, os países só tem um índice crescente de poluição enquanto ainda estão se desenvolvendo e esse índice começa a cair a partir do momento no qual o país atinge o ápice do desenvolvimento, isso é evidenciado pelo fato de que os países mais desenvolvidos são os que mais preservam a natureza.

Vale lembrar também que a flexibilização das leis ambientais só vai ser ruim para áreas florestais como a amazônia, simplesmente por que áreas como essa são consideradas um patrimônio nacional ou mundial, em outras palavras, não são propriedade privada, este é o principal problema. As empresas, tanto nacionais quanto internacionais não são donas das áreas florestais que exploram, por isso os responsáveis por essas empresas não se preocupam em explorar-las de maneira sustentável, isso é evidente pois florestas não privadas, sob responsabilidade do governo, sofrem muito mais com poluição desmatamento e queimadas do que florestas privadas que pertencem a grandes empresas.

É preciso, portanto, que o governo brasileiro flexibilize as leis ambientais e privatize o meio ambiente brasileiro. Sendo assim, o país terá não só mais desenvolvimento econômico, como também mais preservação e sustentabilidade.