Impactos da flexibilização das leis ambientais brasileiras

Enviada em 22/09/2020

Com a Segunda Revolução Industrial, a sociedade aderiu à tecnologia para facilitar o seu cotidiano, como trens a vapor, maquinários, entre outras, por consequente, a necessidade de matéria-prima para gerar estes aparatos tecnológicos aumentou. Nessa conjuntura, o meio social brasileiro prioriza o viés individualista em detrimento da ética, logo a conduta de flexibilização das leis ambientais para gerar matéria-prima promove o desgaste dos recursos naturais e prejudica a biodiversidade para as gerações futuras.

Em primeira instância, a demasiada extração dos recursos naturais intensifica o efeito estufa, que promove o aquecimento global. Desse modo, a flexibilização e a falta de consistência na fiscalização ambiental gera as queimadas, os desmatamentos, os garimpos, entre outras coisas, em áreas de preservação, como o desmatamento ilegal produzido por máquinas de extração na Floresta Amazônica, segundo o noticiário Jornal Nacional. Assim, essas ações ilegais geram a poluição e a alteração climática em diversas regiões, prejudicando a estabilidade ambiental do planeta no futuro.

Em segunda análise, segundo o ideal “American Way of Life”, em que a sociedade é regida pelo acúmulo de capital, o campos coletivo brasileiro fundamenta o egoísmo para adquirir a geração de lucro, como o descaso com a falta de investimentos do Ministério do Meio Ambiente nas corporações policiais ambientais, enquanto uma alta remessa de capital é investido na agropecuária, segundo o noticiário Jornal GloboNews.

Portanto, é mister o aumento da fiscalização e de investimentos nas áreas de preservação ambiental para sanar os impactos ambientais e as alterações climáticas no planeta. Nessa ótica, o Ministério do Meio Ambiente e o Ministério da Cidadania, respectivamente, devem promover a disponibilização de investimentos para o aumento de equipamentos às corporações de vigilância ambiental e a criação de campanhas de preservação com apoio voluntário em redes de ensino para conscientizar sobre os danos da destruição ambiental. De acordo com o escritor Nelson Mandela, a educação é a arma mais poderosa para a transformação de ideias, assim, somente através dela a sociedade irá atingir e desfrutar de uma ética social em conjunto com a biodiversidade natural.