Impactos da flexibilização das leis ambientais brasileiras
Enviada em 06/10/2020
Policarpo Quaresma, protagonista de Lima Barreto, tem como característica mais marcante um nacionalismo ufanista, na qual acredita em um Brasil utópico. Entretanto, a flexibilização das leis ambientais brasileiras torna o país distante do imaginado pelo personagem. Entretanto, seja pela ambição interesses econômicos dos grandes latifundiários, seja pela falta do apelo a sustentabilidade.
Primeiramente, é válido ressaltar que a tentativa de buscar desenvolvimento mascarado na legalidade é um problema que traz riscos aos ecossistemas brasileiro. Segundo a notícia apresentada pela CNN, salienta a importância dos manguezais para as mata ciliar da Amazônia e manutenção de todo um ecossistema que, atualmente, devido a uma flexibilização ambiental são ameaçadas. Dessa forma, como consequência da perda dos manguezais, pode trazer a ausência de algumas espécies que se alimentavam, ou usavam como moradia, o quê leva um desequilíbrio biológico.
Além disso, é sabido reconhecer como o descaso governamental quanto a assuntos relacionados ao cuidado da natureza, preservando gerações futuras. De acordo com o crescimento sustentável de alguns países como Suécia, Noruega e Finlândia são países desenvolvidos com o IDH elevado, que usufrui a partir do uso de recursos renováveis e preservação do meio ambiente. Dessa maneira, é possível enxergar que para alcançar o desenvolvimento, não é necessário flexibilizar leis para desmatar a fim de almejar recursos econômicos, e sim um posicionamento mais ecológico.
Torna-se evidente, portanto, a urgência para alterar o cenário vigente. Dessa maneira, é dever do Estado promover mudanças na hora de flexibilização ambiental, apresentando o interesse por trás dessa abertura, por meio da fiscalização, mapeamento e limitação dessas áreas que possuem uma estrutura ecológica para que ela não seja ameaçada devido a esse contexto de flexibilização.