Impactos da flexibilização das leis ambientais brasileiras

Enviada em 09/10/2020

Em pleno seculo XXI, em meio a uma crise econômica mundial, surge mais uma agressão direta a nossa sociedade ,o projeto de flexibilização las leis ambientais em nosso país traz consigo uma série de impactos negativos ecológicos e sociais. Tomando como base um dos maiores desastres ambientais, está o desastre de Brumadinho. Centenas de mortos, vidas devastadas pela falta de fiscalização das usinas de mineração e resíduos. O ministério do meio ambiente já vem sofrendo a décadas com o corte de recursos e investimentos.

O problema que ao afrouxar as regras e normais de licenciamentos ambientais nos trariam uma série de danos: Como o acontecido em Brumadinho, pessoas ainda não restituirão suas vidas, não existe mais possibilidade de pesca pois os rios estão poluídos com os rejeitos de minério, não há mais caça, índios recorrem a industria e a supermercados para se alimentarem.

Outrossim, as leis quando favoráveis para a sobrevivência das espécies é de grande importância social. Desse modo, os envolvidos na liberação de substâncias e licenciamento de desmatamento não podem ter interesse financeiro com essas atividades e além disso serem especialistas em questões ambientais, e sobretudo estarem cientes das mudanças climáticas que estão ocorrendo devido a ação antrópica que prejudica não só o mundo animal e vegetal mas também o homem. Portanto, a liberação de mais de 290 agrotóxicos, sendo 41% deles de extrema ou alta toxidade, deve ser revista devido ao aumento na probabilidade de causar enfermidades nas pessoas.

Para a minimização dos impactos, urge que o Ministério do Meio Ambiente (MMA) crie, por meio de verbas governamentais, tecnologia de ponta, com a ajuda das universidades que promova a produção em alta qualidade e quantidade sem causar prejuízos, sugerindo a ampla utilização nas terra já utilizadas e não permitindo o desmatamento com objetivos comerciais. Com isso será possível expandir a economia, além de gerar empregos para os universitários. Ainda há tempo para evitarmos novas agressões sociais, precisamos fortalecer os ogão ambientais, dando-lhes recursos físicos e financeiros para desenvolvimento de uma fiscalização eficaz e rápida. Pular uma fase de fiscalização podem significar pular ciclos de vidas .