Impactos da flexibilização das leis ambientais brasileiras

Enviada em 07/10/2020

Em janeiro de 2019, ocorreu o que os especialistas chamaram de acidente ambiental, com 259 mortos e 11 desaparecidos, foi o maior desastre em questões de vidas humanas perdidas. A barragem pertencia a vale, que era classificada como de “baixo risco” e “alto potencial de danos. Muitos falavam que era totalmente fora de riscos e deu no que deu. Centenas de pessoas mortas por falta de fiscalização no local, sem contar na perda ambiental que tivemos, o solo foi totalmente perdido no local por onde a lama passou, no rio a fauna e a flora também foram muito danificados.

No Brasil, se encontra a maior parte da maior floresta do mundo, a Amazônia, porém no últimos anos, ela vem diminuindo muito rapidamente, ou seja, está sendo desmatada. O ritmo da destruição, entre 2008 e 2018, o desmatamento na Amazônia foi 170 vezes mais rápido do que aquele registrado na Mata Atlântica durante o Brasil Colônia. E tem uma coisa chamada de Licença Ambiental, que foi inventada para que as pessoas desmatassem só áreas que são permitidas, mas vimos que não funcionou.

No ano de 2020 tivemos um incêndio no pantanal que teve o maior números de focos desde muito tempo. Muitos fatores dessas queimadas afetam o meio ambiente como a poluição gerada pelas queimadas, por exemplo, causa mortes, aumento de casos de doenças respiratórias e alterações no clima regional, que podem pôr em risco a produtividade no campo.

Vimos que muitas de nossas tentativas de parar o desmatamento ou coisas que afetam o meio ambiente falharam, cabe ao Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) criar novas leis com punições mais severas e intensificar a fiscalização através de investimentos nos transportes e dos materiais desses fiscalizadores, com o objetivo de diminuir tanto o desmatamento, quanto o os resíduos que ou são jogados no ar, ou são jogados nos rios e no solo. Assim no futuro, talvez ainda tenhamos nossas florestas.