Impactos da flexibilização das leis ambientais brasileiras

Enviada em 08/10/2020

O custo do dinheiro

A agricultura foi um pilar da economia brasileira desde a chegada dos portugueses em 1500, entretanto a pauta “meio ambiente” só veio a ser debatida agora só século XXI. O motivo dessa nova pauta é bem simples; o planeta não tem mais condições de repor a matéria-prima que o ser humano extrai, o que significa que a flexibilização das leis ambientais não  é nada menos que um regresso científico e um insulto as diretrizes humanas.

O resultado da flexibilização das leis ambientais pode ser visto sem dificuldade; a queima do pantanal. A queima ocorreu devido a agricultura predatória, na qual consiste em técnicas absurdas para “limpar o solo”; uma dessas técnicas é justamente queimar o solo. Não é impossível fazer uma queima “controlada”, porem isso iria exigir gasto e esforço, algo que não é nada interessante para os grandes agricultores, e exatamente por esse motivo que as leis de fiscalização ambiental são tão importantes.

A necessidade de leis ambientais mais rígidas é clara, infelizmente o motivo da flexibilização é mais claro ainda. Acordos financeiros que beiram a corrupção é o que da a liberdade para os grandes agricultores praticarem a agricultura predatória sem nenhum tipo de legislação ou punição. Se com o passar do tempo essas normas não forem aprimoradas o planeta entrará em uma situação irreversível.

Em suma, o governo, como órgão mediador, tem o dever de monitorar as praticas agrícolas, a partir de leis e fiscalizações mais rígidas, fazendo com que em não muito tempo diminuir a agricultura predatória, tirar a liberdade em excesso que os agricultores possuem, e, finalmente desacelerar a degradação das florestas brasileiras.