Impactos da flexibilização das leis ambientais brasileiras

Enviada em 08/10/2020

O ato da flexibilização das leis ambientais no Brasil fará com que sistemas de regulamentação se tornem ainda mais precários por perderem sua rigidez. Assim, acidentes e crimes como as queimadas no Pantanal em 2020, podem acontecer com mais frequência.

As conversas sobre uma possível mudança nas leis ambientais se tornou muito frequente com a chegada do Governo de Jair Bolsonaro, que em um mês após assumir o cargo de presidente houve a tragédia de Brumadinho, este acidente foi a maior prova dos problemas de gestão ambiental no país, resultando na desistência do presidente na junção dos Ministérios do Meio ambiente e da Agricultura, o ultimo sendo um dos únicos setores menos turbulentos. O acidente não evitou as alfinetadas de Bolsonaro as atuais regulamentações. “Acho que este resultado que é essa tragédia, infelizmente, de Brumadinho, demonstra que essa parte burocrática, o excesso de burocracia de fiscalização, ainda assim, não coibiu o problema, o que mostra que está faltando foco.

No atual ano de 2020, este assunto ainda está dúvida, principalmente pela má gestão do Ministério do Meio Ambiente (MMA) comandado por Ricardo Salles, que admite falta de verba para projetar e realizar mudanças. O Pantanal vive um dos seus piores momentos, onde as queimadas naturais de um clima quente, se juntou com as diversas outras criminosas, essas que acontecem com frequência pela falta de consequência para aqueles que a realizam. No país, as temperaturas estão batendo recorde por estarem altas e estão levando uma região importante para a população brasileira ao fim, tendo um maior desequilíbrio ambiental no mundo, por destruírem sua fauna e vegetação. Este é um dos motivos que a regulamentação deveria ser mais rígida.

Para manter um sistema ferrenho, a favor da proteção do meio ambiente brasileiro, seria necessária uma possível mudança no Ministério do Meio ambiente atual, mantendo através de uma punição o Ricardo Salles, ou trocando-o, pois mesmo admitindo a falta de verba, somente 0,4% do dinheiro proposto ao MMA foi utilizado. O uso deste dinheiro seria capaz de reviver as economias necessárias do meio, além de ser possível investir em ONG’s que trabalham com este objetivo, com esse apoio, tendo capacidade de ajudar no campo os lugares necessários, auxiliando na proteção da fauna e flora além de manter a existência e importância dos tribos indígenas no Brasil.