Impactos da flexibilização das leis ambientais brasileiras

Enviada em 08/10/2020

De acordo com “G1 Globo”,o Brasil apresenta mais de 500 de hectares de áreas florestais confirmado pelo Serviço Florestal Brasileiro. Embora esse alto número, a mata brasileira está em risco por casos de uso inapropriado de áreas preservadas, compradas para desmatar e danificar esse ambiente.

Em 25 de Janeiro de 2019 a barragem de água de Brumadinho rompeu causando mais de 259 mortes confirmadas e danificando cerca de 9 quilômetros de terra por causa da lama. Esse massacre poderia ter sido evitado se a empresa que estava encarregada da barreira levasse em consideração as consequências de seus atos e como atinge o território em volta da sua terra. De acordo com “Brasil de Fato”, a “Vale” (empresa responsável pela barragem) havia privatizado a área há tempo, e documentos evidenciam falhas na infraestrutura da barragem. Embora  a empresa tinha completa noção sobre os possíveis desastres de suas escolhas, não se importaram em conserta-la.

Tendo essas informações em mente, é extremamente clara a situação em que empresas como a “Vale” escolhem ignorar leis ambientais sobre seu dano ao seu território e os outros próximos, como o Rio Paraopeba que foi infectado pelo despejo de toxinas na lama da barragem, vindas da exploração mineral praticada pela empresa.

Com isso é evidente a necessidade de fiscalizações e leis mais rígidas em questão à compra de grandes territórios ambientais para evitar catástrofes como essa se repitam. Primeiramente, é preciso passar esse pedido pelo Tribunal Nacional Brasileiro, e em diante passado como lei pelos oficiais encarregados de cada estado brasileiro. Somente dessa forma será possível evitar esses acidentes.