Impactos da flexibilização das leis ambientais brasileiras
Enviada em 08/10/2020
Anteriormente, no Egito, se entendia que o homem e a natureza deveriam conviver em equilíbrio. Entretanto, a sociedade brasileira não apresenta essa estabilidade. Esse problema se relaciona com a busca por realização dos interesses pessoais e também com a desvalorização e principalmente a falta de conhecimento da lei.
O relaxamento das leis ambientais brasileiras é benéfico para chefes de estado, parlamentares, senadores, presidentes e até mesmo para aqueles que se beneficiam da natureza para a obtenção de lucros. Além disso, o desejo de “apenas ganho” tem implicações globais, como, por exemplo a deterioração da camada de ozônio, o aumento do dióxido de carbono e desastres ambientais, como o que aconteceu com Mariana. É preciso encontrar outras fontes alternativas de renda para não agredir o meio ambiente e os organismos que o habitam.
O desrespeito da lei ambiental e a falta de conhecimento dela, faz com que grande parte da população não seja contra a “flexibilização” das leis. A lei de número 12.651/2012, que também é conhecida como “código florestal” estabelece regras gerais sobre a proteção da vegetação nativa.
Sendo assim, o Ministério do Meio Ambiente juntamente com o Governo Federal, deve criar projetos voltados à lei já feita, assegurando que ela seja fiscalizada para que os seres que vivem nela, não sofram com as consequências de atoas irresponsáveis.