Impactos da flexibilização das leis ambientais brasileiras
Enviada em 08/10/2020
Primeiramente, os impactos gerados pela flexibilização das leis ambientais são gritantes na sociedade, podendo citar, como exemplo, a tragédia ocorrida em Brumadinho, onde uma barragem se rompeu por consequência da gestão ambiental deficitária, se tornando visível, que, a carência de ações de controle e fiscalização eficazes acarretam grandes problemas para o ambiente e para o planeta, entretanto, ainda assim, as autoridades responsáveis insistem em acabar com as medidas de proteção ambiental.
Dessa forma, quando se tem leis ambientais flexibilizadas, se tem também, o aumento do desmatamento e das queimadas em faunas e floras, um elevado número de pesca e caça ilegal, a poluição dos rios, do ar e do solo; além do mais, com a falta de fiscalização, os proprietários de empresas eliminam seus resíduos tóxicos no ambiente, no qual geram problemas graves para o planeta, sejam esses, o aquecimento global que é causado pela grande quantidade de emissão de gases do efeito estufa, a diminuição da camada de ozônio provocada pela emissão de determinados gases, entre outros. Contudo, ainda assim, o conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) retirou a proteção de cerca de 1,6 milhão de hectares de restingas e manguezais pelo país.
Além do mais, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o excesso de carbono na atmosfera, gera doenças causadas por agentes cancerígenos e outros venenos presentes no ar. Pesquisas feitas pela OMS, mostram que em 2012, cerca de uma, em cada nove pessoas, faleceram devido a essas doenças.
Em síntese, propõe-se às autoridades responsáveis, juntamente com o Ministério do Meio Ambiente, que criem leis rigorosas de proteção ao meio ambiente, com requesitos de substituir os combustíveis fósseis por energia renovável, alterando os processos indústrias; que aumente as fiscalizações e crie projetos para conservar o que resta das florestas naturais e recuperar as áreas degradadas com o replantio de novas árvores.