Impactos da flexibilização das leis ambientais brasileiras

Enviada em 08/10/2020

Um país responsável e comprometido com um futuro de bem-estar social seria aquele capaz de tonar análogos os interesses econômicos e ambientais. Dessa forma, buscando sempre o desenvolvimento através da sustentabilidade e sendo um dos principais pilares da economia vigente. Entretanto, os anseios do capitalismo e a busca pela desburocratização do sistema legislador socioambiental intensificam a exploração e seus impactos no século XXI.

Além disso, a inexistência de debate junto a sociedade civil durante o encaminhamento do projeto, mostra que esse tipo de lei busca apenas alimentar interesses de grandes empresas, não levando em consideração o que a população necessita. Ademais, podendo causar mais impactos ao meio ambiente, na medida em que, apenas os lucros são levados em consideração. Um exemplo disso, destaca-se os Crimes ambientais que ocorreram em Mariana e Brumadinho. Além do mais, o Brasil passa por uma grande Crise Econômica e a tendência dos Governos é afrouxar leis buscando atrair investimentos externos. Contudo, flexibilizar leis que buscavam o equilíbrio do meio ambiente e a segurança da população que vivem na região, não pode ser uma opção. Já que com isso comprometeria o equilíbrio necessário para a sobrevivência das futuras gerações.

Torna-se evidente, portanto, a necessidade de cuidado do meio ambiente por parte do Estado e da população. Para que isso aconteça, é necessário que a população de cada espaço ameaçado de exploração se manifeste contra as medidas que flexibilizam as leis do meio ambiente, pois o Brasil é um regime democrático. Para que isso seja possível, é preciso que sejam criados grupos de manifestação, mediados pelo Ministério do Meio Ambiente contra decisões do Estado que ameaçam a fauna brasileira. Como resultado, os recursos naturais serão preservados e ecossistemas sobreviverão.