Impactos da flexibilização das leis ambientais brasileiras

Enviada em 20/10/2020

Em janeiro de 2019, houve um gravíssimo acidente na cidade de  Brumadinho, onde uma barragem de rejeitos de minérios se rompeu, causando um enorme estrago em toda a área e em lugares próximos a ela. E, assim como esse, inúmeros acidentes e desastres ambientais são provocados em todo o país, pelo fato de que há má gestão em muitos projetos e por conta da fiscalização de órgãos ambientais não ser tão precisa.

A Constituição Federal Brasileira defende a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente com inúmeras leis; a Lei da Política Nacional do Meio Ambiente e o Novo Código Florestal Brasileiro são dois exemplos de tal ação. Mas, apesar de haver uma legislação hábil para o país, a mesma não se apresenta eficaz no que tange a sua aplicação e, além disso, a sua flexibilização tem provocado polêmica atualmente, visto que muitos empresários se baseiam nela para cometerem crimes ambientais.

Observando o cenário atual do meio ambiente brasileiro, pode-se inferir que, ainda há muito o que fiscalizar e combater no que se refere ao meio sustentável do país, pois somente assim será possível evitar e diminuir acidentes como os de Brumadinho, Mariana e outros que ainda ocorrem na Floresta Amazônica. No entanto, a flexibilização das leis ambientais brasileiras não podem interferir em tal ato, a mesma deve possuir o objetivo de melhorar e ampliar a segurança do meio ambiente brasileiro.

Portanto, é de extrema importância que o Ministério do Ambiente amplie sua fiscalização e atuação em todos os âmbitos nacionais ambientais, com o objetivo de aumentar a segurabilidade de todo o ecossistema brasileiro. Ademais, faz-se necessário que o Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), traga a discussão e a debate essa nova questão da flexibilização das leis ambientais, com o intuito de decidir o que é melhor para o país e para o meio que o compõe.