Impactos da flexibilização das leis ambientais brasileiras

Enviada em 23/11/2020

Em 2002, o Brasil assinou o protocolo de Kyoto, que visa diminuir as emissões de gases estufas por meio da contenção de queimadas, desmatamentos, entre outros, no meio ambiente do país. Paradoxalmente, no cenário atual, há o descaso público com a preservação da vegetação brasileira e o consequente impacto gerado pela destruição do bioma, pois falta a criação de medidas políticas preservacionistas e a disponibilização de recursos financeiros para os órgãos de proteção ambiental. Desse modo, a negligência estatal somada à flexibilização das leis ambientais promovem a destruição da fauna e flora brasileira e a contribuição para o efeito estufa no planeta.

Em primeira instância, a destruição do meio ambiente brasileiro acarreta na alteração do hábitat e desenvolvimento de espécies, pois limita os recursos para a sobrevivência destes. Nessa ótica, as queimadas no pantanal produziram impactos na reprodução de peixes em rios, pois houve perda dos locais em que as larvas de peixes vão se desenvolver, segundo o apresentado em novembro de 2020 pelo aplicativo de informação G1. Nessa conjuntura, as queimadas no pantanal introduziram alterações nas relações do ecossistema, pois promovem a redução dos rercuros do bioma e o consequente  desequilíbrio no desenvolvimento dos animais.

Em segunda instância, o descaso público com a flexibilização das leis ambientais aumenta o índice de desmatamento ilegal nas vegetações brasileiras, que contribui para o efeito estufa, pois diminui os recursos financeiros para os órgãos de proteção ambiental e aumenta a emissão de gás carbônico na atmosfera. Assim, o aumento das queimadas no território brasileiro impulsiona às emissões de gases estufas na atmofesra, como o gás carbônico e o vapor de água gerado pela combustão das vegetações, segundo o apresentado em outubro de 2020 pelo aplicativo de informação G1. Por conseguinte, a falta de planejamento político para conter o avanço do desmatamento na flora brasileira propicia as alterações climáticas no planeta causadas pelo aumento do efeito estufa.

Portanto, é mister a criação de medidas políticas para sanar o avanço do desmatamento da flora brasileira. Então, o Ministério do Meio Ambiente, em conjunto com as prefeituras, deve propôr o investimento na infraestrutura das corporações de proteção ambiental, por meio da disponibilização de equipamentos tecnológicos mais eficientes e de programas de treinamento especializados, para melhorar a fiscalização dos crimes ambientais e garantir o desenvolvimento da fauna no país. Logo, a sociedade só irá desfrutar de um bom desenvolvimento na cidadania quando respeitar as relações ecológicas, assim, os órgãos públicos devem investir na fiscalização ambiental para garantir melhores condições de vida às gerações futuras do Brasil.