Impactos da flexibilização das leis ambientais brasileiras
Enviada em 11/01/2021
Durante os últimos anos, as leis começaram à sofrer um processo de flexibilização, devido um projeto proposto pelo Ministério do Meio Ambiente. Esse afrouxamento pode causar danos irreversíveis em todo o ecossistema global, como por exemplo: aumento da temperatura média do planeta e extinção de espécies de animais e até mesmo biomas, além de desequilibrar todo o sistema climático do país.
Consoante com a Organização das Nações Unidas (ONU), a temperatura média do planeta pode aumentar em até 3,4 C° até 2100. Desse modo é necessário diminuir o desmatamento ou promover o reflorestamento, pois as plantas fazem uma parte expressiva a regularização de temperatura. No Brasil, é desmatado por ano aproximadamente 29,54% das matas, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), isso já afetou o ciclo de chuvas na região, dado que os primeiros meses possuem altos níveis de precipitação e ano após ano o recorde de seca é alterado.
Em conformidade com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existem por volta de 1173 espécies em risco de extinção. Por consequência da caça e mal uso do habitat desses animais que acontece devido a baixa fiscalização das áreas de risco e ao desflorestamento das matas brasilerias.
Após o que foi exposto é possível identificar os impactos na temperatura e biodiversidade no país supracitado. O Ministério do Meio Ambiente deve desflexibilizar as leis e intensificar as fiscalizações, com o objetivo de evitar danos incontroláveis. Por meio de realização de concursos composto por uma avaliação composta por 60 questões, contratar fiscais por todas as regiões brasileiras, com o intuito de diminuir a caça e proteger o habitat dos bichos nacionais. Deve-se também reanalisar as leis que foram flexibilizadas e notar quais os impactos principais, analisar dados divulgados pelo INPE e IBGE, com a intenção de conter danos já existentes.