Impactos da flexibilização das leis ambientais brasileiras

Enviada em 16/12/2020

Com o advento da Revolução Industrial, o homem passou a produzir em uma velocidade maior do que à terra pode oferecer. Nesse contexto, passou-se a ter uma necessidade por diretrizes que protegessem o meio ambiente do homem, entretanto, o que é observado são leis ambientais sendo flexibilizadas para agradar a indústria, ocasionando diversos impactos na natureza, devido ora ao desmatamento intenso e as queimadas, ora pela destruição do habitat de diversos animais nativos de determinada região.

É importante ressaltar, em primeiro plano, que a atividade agrícola e industrial são uma das principais responsáveis por todo o desmatamento. Segundo uma pesquisa do UOL, somente este ano, devido às queimadas, o Pantanal perdeu 10% de toda sua vegetação. Nesse sentido, evidencia-se a falta de controle do governo em relação à exploração das riquezas naturais do Brasil, que está cedendo cada vez mais o bem mais precioso do país em troca de parcerias ou acordos comerciais.

Ademais, é importante destacar que inúmeros animais tem como lar estes lugares que veem pagando pelos atos inconsequentes do ser humano. Além da onça-pintada, espécie-símbolo do Brasil, inúmeras outras espécies sofrem pelo desmatamento também, uma delas a arara-azul, animal ameaçado de extinção, que possui cerca de 70% da sua maior população vivendo no Pantanal, principal foco das queimadas. Dado ao exposto, percebe-se a gravidade de tudo que está sendo causado ao meio ambiente, e a necessidade de providências para que isso pare, antes que não tenha mais o que proteger.

Conclui-se, portanto, que medidas se fazem necessárias para alterar este cenário. Por conseguinte, cabe ao Ministério do Meio Ambiente, em colaboração com o governo federal, implementar novas leis protecionistas, que se provem mais eficazes, e o enrijecimento das atuais, aumentando a fiscalização das áreas de preservação, pelo contrato de várias equipes focadas em proteger a natureza que patrulhem semanalmente essas regiões de proteção ambiental, objetivando reduzir as atividades de exploração do meio ambiente. A partir de tais medidas, espera-se que os impactos da flexibilização das leis ambientais brasileiras diminuam.