Impactos da flexibilização das leis ambientais brasileiras

Enviada em 30/08/2021

É de conhecimento geral que, durante o Período Colonial a partir do século XVI, a extração acentuada de recursos naturais impactou após os ecossistemas do Brasil. Nessa trajetória, hoje em dia, a flexibilização das leis ambientais acarretam enormes prejuízos para o país. Essa problemática ocorre em razão não apenas dos interesses envolvidos, mas também da falta de mobilização social acerca das consequências dessa mudança legislativa.

Atualmente, também ocorrem a violência para os povos e proprietários, além dos desastres ambientais mais recentes. Com o advento da corrida comercial, capitalistas e donos de empresas gigantes como a Vale, estão agredindo fortemente a natureza, mediante extração de metais e afetando diretamente áreas de preservação natural, muitas vezes. Todavia, essas práticas são realizadas de modo ilegal, visto que há um jogo de interesses entre os envolvidos, que consiste principalmente na maleabilidade das leis ambientais.

Certamente, é perceptível que as ações sociais e os movimentos em prol da defesa da natureza são informados para pressionar o Governo a configurar a legislação ambiental, a fim de que o uso dos recursos naturais seja feito com cautela e consciência. Fora aprovada, em Julho de 2019, a liberação de 51 agrotóxicos no Brasil- de acordo com o “site” G1-, o que representa o descaso para com o ecossistema. Nota-se então, que o descaso da população dia te dessa realidade reforça os objetivos econômicos e intensifica a flexibilização dessas leis.

Nesse sentido, é urgente que ONG’s (Organizações Não Governamentais) ambientalistas atuem, por intermédio de recursos arrecadados por doações e campanhas midiáticas, na promoção de debates e oficinas de estudo aberto ao público, com o intuito de aumentar a participação popular nas questões sobre o Meio Ambiente e os impactos da negligência para seus recursos.