Impactos da flexibilização das leis ambientais brasileiras

Enviada em 30/08/2021

No ínicio do ano de 2019 ocorreu o rompimento da barragem de Brumadinho em Minas Gerais — da mineradora Vale (Vale do rio doce). Tal evento foi considerado o segundo maior desastre ambiental  já registrado na história do Brasil, implicando prejuízos surpreendentes no que se refere  a fauna e flora do local. Nesse sentido, vale frisar que esse “acidente” é combinado por diversos empresários que pensam apenas em obter lucro a qualquer custo e, desta forma, flexibilizam as leis ambientais que são de extrema importância para a preservação do meio ambiente.

Uma notícia muito divulgada no mundo, explicou que o planeta Terra entrou no  estado vermelho no dia 22 de Outubro de 2020, três dias antes que no ano anterior, isso indica que em um tempo de 10 meses foram gastos todos os bens naturais que deveriam resistir um ano. Nesse estado, repara-se o quão pesado é esse conjunto de problemas, já que se as leis forem menos rígidas, a rumo é uma exploração cada vez menos suportável, ajudando para o desmatamento, empobrecimento do campo, queimadas, aquecimento global e tantos outros problemas que estão sobrecarregando o planeta. Por conseguinte, é inadmissível que, em frente às horríveis possibilidades, a população brasileira não se importe com a preservação do meio ambiente.

Do mesmo modo, é claro que as causas sociais e os movimentos que tem interesse na defesa do ambiente são essenciais para intimidar o nosso Governo, a ajustar a legislação ambiental, a fim de que o uso dos recursos naturais seja feito com precaução e zelo. Foi aprovada, em Julho de 2018, a licença de 51 agrotóxicos no Brasil, de acordo com o site O Globo, o que caracteriza o desinteresse com o ecossistema. Observa-se, logo, que a pouca importância dessas pessoas acerca dessa fato reforça as metas econômicas e intensifica a flexibilização dessas leis.

Em soma, é obvio que a flexibilização não poderia ter ocorrido, e que o desenvolvimento deveria ser sustentável sem ferir a qualidade de vida. Contra o aumento dos impactos, é necessário que o Ministério do Meio Ambiente (MMA) crie, por meio de verbas públicas, inteligência de ponta, junto a a ajuda das universidades que incentive a produção em alta qualidade e quantidade, recomendando a ampla aproveitamento nas terra já manuseadas e não admitindo o desmatamento com objetivos comerciais.