Impactos da instabilidade política no Brasil

Enviada em 28/10/2020

Com as frequentes crises econômicas que o Brasil vem enfrentando, era iminente a necessidade de uma recuperação econômica. Durante as três últimas crises econômicas tivemos interferências políticas que só pioraram o cenário, sendo elas a declaração de Lula chamando a crise de 2008 de “Marolinha”, o processo e o impeachment de Dilma Rousseff por pedaladas fiscais em 2014 e a em 2020 quando Jair Bolsonaro, em meio a pandemia do novo coronavírus, chamou a doença de “gripezinha”. Todos os exemplos trouxeram certas instabilidades, e sem dúvida é chegada a hora de estabilizar a política em nome do desenvolvimento do povo.

Para tanto, a inegável que preciso honrar a constituição que visa manter a paz no país. Entretanto, com tais atos sendo tomados pelos representantes máximos da nação é preciso fazer uma análise mais profunda e cobrar mudanças o mais rápido possível. A análise é perfeitamente possível de ser feita quando a reunião ministerial do dia 22 de Abril. Quando a defesa de Sérgio Moro pediu a divulgação do vídeo grandes tensões foram criadas e o mercado financeiro enfrentou fortes especulações de baixa por instabilidade política, e fechou em queda de 1% a 82 mil pontos, segundo a Folha.

Dado o exposto é perceptível a influência que uma instabilidade política tem sobre o mercado e como atrapalha o crescimento pós crise. Logo, a população deve usar do Inciso XVI (dezesseis) do Artigo 5 da Constituição Federal de 1988 que diz que: “todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização” (Constituição da República Federativa do Brasil de 1998) e a partir disso usar de seu direito para ir às ruas exigir que seja exonerado, todo aquele político que causar desordem e instabilidade na política de seu país. Tal ação resolveria a sequência intermitentes de desordeiros no sistema político e daria mais poder e voz ao povo, fortalecendo assim sua soberania.