Impactos da instabilidade política no Brasil
Enviada em 13/03/2022
Em 2021, visando uma reeleição, o Governo Federal furou o teto de gastos para fazer populismo eleitoral. Nesse sentido, gerando impactos negativos para o país, a instabilidade política no Brasil é um empecilho que impede o progresso da nação. Sob esse viés, a fuga de mão de obra qualificada e a recessão econômica são uns dos principais legados da exiguidade de zelo com o bem público por parte dos políticos canarinhos.
Nesse panorama, a instabilidade política é uma imperiosa promotora da saída de cérebros brasileiros. Sob esse prisma, de acordo com o contratualista Thomas Hobbes, os indivíduos aceitam sair de seu estado de natureza para viverem em melhores condições, assinando o Contrato social. Nessa conjuntura, a instabilidade política no Brasil é uma quebra da vontade geral, porque desestimula a manuntenção dos trabalhadores com alta formação no país, dessa forma, deixando o país cada vez mais depedente de “comodities” do setor primário. Sob essa ótica, o poder público é criminoso nesse caso, pois retarda o urgente desenvolvimento tecnológico no país.
Ademais, a instabilidade política é uma notória incentivadora da crise econômica. Nessa perspectiva, devido à políticas keynesianistas fracassadas comandadas pelo ex-ministro da economia Guido Mantega, o Brasil aumentou sua desigualdade social e diminuiu o seu poder de compra. Sob esse prisma, períodos de declínio, como a crise de 2015-2016, são impedidores do avanço do povo brasileiro, porquanto não oferecem condições para que as pessoas possam empreender e trabalhar, assim, contribuindo para a primarização do Brasil (domínio do setor agrário).
Portanto, para que haja uma redução nas instabilidades políticas brasileiras, os congressistas devem, com o apoio da opinião pública, intensificar os investimentos em produção tecnológica, por meio da sanção do presidente, a fim de evitar a fuga de brasileiros e, consequentemente, tornar o país mais desenvolvido. Somado a isso, o Governo Federal deve adotar uma política neoliberal, veiculada pela Universidade de Chicago, por intermédio de uma menor intervenção na economia, com o fito de haver uma estabilização, além de estimular o empreendedorismo.