Impactos da pandemia no sistema carcerário brasileiro
Enviada em 24/10/2020
O sistema carcerário brasileiro tem um câncer que o maltrata há muito tempo, que é a superlotação. Para tanto, as prisões no brasil são regidas por um sistema falho e defasado. Desta forma, a falta de investimento e até mesmo a privatização das cadeias, podem ser o empecilho e a solução ligados à temática.
Nesse contexto, “nada é permanente, exceto a mudança”, assim disse Heráclito de Éfeso. Nesse sentido, os governantes deixam a desejar por uma politica pública em prol da reforma do sistema carcerário, onde há um número de presos acima do que pode suportar o m² de cada cela.
Outrossim, para Bauman, “a única coisa que podemos ter certeza, é a incerteza”. Contudo, nas frentes partidárias de direita, tem-se comentado muito a respeito de desestatizações como do próprio sistema carcerário, onde a manutenção gera um custo milionário aos cofres do governo federal, gasto este que poderia estar sendo direcionado a saúde e educação por exemplo.
Portanto, tal problemática deve ser resolvida usando os recursos possíveis e dentro da realidade nacional. Dessa forma, o Governo Federal, através de emendas parlamentares, pode formular um plano diretor de reestruturação do sistema carcerário. Assim, o poder público poderá compartilhar com empresas privadas a gestão das prisões no Brasil, melhorando, inclusive, a recuperação social do preso.