Impactos da pandemia no sistema carcerário brasileiro
Enviada em 26/10/2020
O sistema carcerário brasileiro antes da pandemia enfrentava graves problemas com relação a superlotação,com ela presente esses têm se agravado ainda mais,seja pelo risco de contágio,seja pelo corte de visitas,assim como colocar presos na rua sem estar preparado para o convívio na sociedade e nem ter cumprido a pena completamente.
É sabido que todos os cidadãos têm direito que se preserve sua saúde e,durante a pandemia do novo coronavírus,o Estado encontra grandes dificuldades para proteger os encarcerados da Covid-19,visto que policiais penais podem ser vetores para transmiti-la no interior do estabelecimento,assim como outros profissionais que adentram a unidade prisional.
Ademais,os detentos que antes viam suas famílias em períodos quinzenais agora tiveram suas visitas suspensas,as quais eles afirmam ser de suma importância para prosseguir no cumprimento da pena e se reinventarem dentro da prisão,como relatou um egresso a uma reportagem de televisão,no sul de Minas.
Além disso,é necessário que,decisão judicial,como a que soltou diversos presos devido sua instabilidade de saúde e que estavam no regime semiaberto seja revista,uma vez que esses não estão aptos para a vida na sociedade e nem pagaram pelo erro que cometeram.Logo,a soltura leva risco de reincidência e expõe a população de bem,como ainda desrespeita direitos estabelecidos e deixa de observar o dever de proporcionar segurança a todos.
Portanto,é imprescindível que o Estado procure soluções que minimizem o impacto da pandemia no sistema carcerário brasileiro,tais atitudes como buscar parceria com o Ministério da Saúde juntamente com empresas televisivas para cultivar conscientização de uso de máscaras e álcool em gel,mas também realizar testes nas visitas para que possam visitar seus familiares,como ainda o Supremo tribunal Federal rever a soltura desses presos para que a sociedade se sinta um pouco mais justa.