Impactos da pandemia no sistema carcerário brasileiro
Enviada em 30/10/2020
Em 26 de fevereiro de 2020, foi confirmado o primeiro caso de COVID-19 no Brasil, o vírus contagioso se espelhou chegando às penitenciárias. Nesse sentido, devido á situação precária das prisões, foi fácil para que o vírus proliferar-se. Nesse viés cabe ao Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN), administrar as cadeias seja pelo funcionamento inadequado; seja pelas medidas tomadas durante esse período
Em primeiro lugar é imprescindível ressaltar como a falta de organização, comprometimento e manutenção contribuem para a propagação do COVID-19. De acordo com Confúcio, não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros. Nesse sentido, com a superlotação, má alimentação e falta de higiene nas celas, o vírus ganha força, assim contaminando os penitenciários de forma radical e dificultando a recuperação.
É importante pontuar que segundo dados do site conjur, em meados de julho de 2020 mais de 10 mil pessoas foram contaminadas pelo COVID-19 nos presídios. Nessa perspectiva torna-se claro que medidas tomadas para diminuir a propagação do vírus, como a diminuição de visitas durante a pandemia, entre outros; não foram suficientes para combater essa doença nas cadeias.
Em vista do que fora apresentado, para combater os impactos da pandemia no sistema carcerário brasileiro, é mister que o Governo através do Ministério de Segurança Pública, invista em uma reforma nos presídios por meio de manifestações, projetos, comerciais com o fito de contribuir com a qualidade de vida nas celas; dessa forma diminuindo o número de casos nos presídios e colaborando para o fim da pandemia.