Impactos da pandemia no sistema carcerário brasileiro
Enviada em 13/11/2020
Em 1948, a organização das nações unidas(ONU) lançou a declaração dos Direitos Humanos, e com o intuito de assegurar o mínimo de humanidade os fez. Mas hoje o sistema carcerário brasileiro, mediante a pandemia do corona vírus, enfrenta não só um modelo arcaico de prisão, como também a superlotação desse, comprometendo o valor da vida.
A princípio, as prisões do Brasil São retrógradas. conforme o filósofo historiador Foucault mostrou em seu livro, o “Vigiar e Punir”, as sociedades antigas tinham suas punições, sempre de forma perversa, em função do detrimento do condenado. Analogamente, Jair Bolsonaro o Presidente da República, disse que em relação aos presos que “tem que se fuder, e acabou!”. Tal antipatia reflete o total descaso com os direitos humanos, visto que a vida esta sendo negligenciada enquanto a covid 19, vírus que se alastra de pressa, com um potencial de falecimento do infectado.
Ainda em decorrência do retrocesso, o sistema prisional brasileiro excede sua capacidade. De acordo com notícias.uol, o sistema prisional brasileiro chega a ter superlotação de 300% em suas celas. Ademais, isso é um problema visto que, as cadeias se tornam um prato cheio para o vírus. Tanto dos presos, quanto os agentes penitenciários mortos, ainda assim, todos humanos.
Logo, em função de todos os problemas descritos, é papel do Ministério da Justiça em ação conjunta com o Ministério da Saúde, a amenização. Este criando postos de saúde perto dos presídios, e aquele colocando novas cadeias em funcionamento, desta vez, com uma área de três metros quadrados para cada dois prezos, visando conter o vírus e a superlotação. Para que desse jeito, todos os vagabundos contemplem da proclamação da ONUdas humanos.