Impactos da pandemia no sistema carcerário brasileiro
Enviada em 24/11/2020
No filme “Capitão Fantástico” é retratada a história de Ben Cash, um pai viúvo cria seis filhos na floresta, longe da civilização e das influências negativas da sociedade. Porém, há um momento de ruptura em que os filhos desejam conhecer a cidade para poder ter acesso ao posto de saúde. Infelizmente, essa situação não se resume às telas, sendo a realidade de vários brasileiros que tem ter mais acesso a saúde de graça.
É notório que as precárias e superlotadas prisões brasileiras agora têm um agravante: a pandemia do novo coronavírus, que dificultou a ação dos serviços de saúde e deixou os presos mais isolados do que nunca dos seus familiares. “Tenho medo de perder meu marido dentro do sistema (carcerário) porque desde sempre eles não têm um atendimento adequado, só que agora a preocupação é maior porque a gente está lidando com um inimigo invisível”, disse à AFP Mônica (nome fictício), cujo marido está preso há quatro anos no estado de São Paulo. Em princípio, cabe analisar o conceito do sociólogo Émile Durkheim, em que “É preciso sentir a necessidade da experiência, da observação, ou seja, a necessidade de sair de próprios para aceder à escola das coisas, se as querer conhecer e compreender.”
Entretanto, a Constituição federal de 1988 diz que tem que ter maior dignidade humana. Dessa maneira, O número de contaminações por Covid-19 nos presídios não para de crescer, segundo o último levantamento divulgado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), na última segunda-feira (6/7), uma tragédia evitável, na visão dos advogados e juristas do grupo Prerrogativas.
Portanto, tem que se preocupar com a saúde dos presos. Logo, é necessário que o Poder Legislativo, por meio de uma lei a fim que cidadãos que não tem acesso a saúde comece a ter, pois a saúde e um fator muito importante na sociedade brasileira. Desse modo, a problemática dos impactos da pandemia no sistema carcerário brasileiro poderá ser absoluta na sociedade brasileira.