Impactos da pandemia no sistema carcerário brasileiro

Enviada em 25/11/2020

Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos que garante todos os indivíduos a direitos como Saúde, Educação, Segurança, Transporte … Além do bem-estar social. No entanto na nossa atualidade desfrutamos de um precário sistema carcerário. Entretanto, a pandemia do Covid-19, fez com que se tornasse ainda mais complexo, tornando impossível que essa parcela da população desfrute dessa orientação universal prática. Pois ainda existem diversos contratempos como falta de investimento e superlotação. Nessa perspectiva, esses confrontos devem ser superados imediatamente para que uma sociedade integrada seja alcançada.

Em primeira análise, é valido mencionar que a falta de renda disponibilizada pelo governo faz com que exista o precário racionamento de água, alimentação, higienização… o que torna visivelmente impossível evitar o crescimento e contaminação pelo vírus. De acordo com o Departamento Penitenciário Nacional (Depen), existe mais de 2,3% de detentos infectados, sendo esse número em média 17.300 indivíduos, dado que quase cem morreram em decorrência do novo Covid-19. Esses fatores se evidenciaram ainda mais durante a pandemia exigindo assim uma melhora imediata para criar condições humanitárias, em prol da saúde de cada cidadão.

Segundo a especialista e Sanitarista Alexandra Sánchez, A superpopulação carcerária, estipula-se a 300%, em celas com deploráveis condições tendo péssima ventilação e iluminação. Ademais, a superlotação das prisões brasileiras agora tem um veloz agravante, o Covid-19 que ocasionou a pandemia mundial, que automaticamente impossibilitou a ação dos serviços de saúde, além de deixar os presos mais isolados dos seus familiares, assim abrindo perchas para doenças psicológicas como depressão. Além dos familiares não obterem noticias sobre o detendo causando total desconforto e preocupação.

Em suma, medidas devem ser tomadas para sanar esses desafios na resolução da problemática. Dessa forma o Concelho Nacional de Justiça deve efetuar mais investimentos, com a instauração de mais celas com distanciamento, para que todos tenham a oportunidade de se proteger do vírus, também sendo disponibilizadas mascaras e álcool em gel para todos os presidiários. Além dos presos terem acesso a mais ligações a seus familiares para informar de seu bem estar, isso fará um bem mutuo. Afim de melhor a segurança e a saúde de todos, Dessa forma, o brasil poderia enfrentar a pandemia do Covid-19 de uma forma mais justa e igualitária.