Impactos da pandemia no sistema carcerário brasileiro

Enviada em 19/12/2020

A visão panôramica que temos da política brasileira ao se tratar do sistema carcerário, que já é deprimente, outrossim aliada a pior pandemia do século está levando essa população ao apíce da incuria.

A total isolação da superpopulação em condições insalubres somado a subnotificação por parte do governo e, por fim, os agentes penitenciários sendo os principais vetores de dissiminação do coronavirus nas prisões fez insurgir um ambiente hostil, desumano e de terror entre os presos e agentes. Como apontou a especialista e sanitarista Alexandra Sánchez em uma entrevista: “A superpopulçao(…)chega a 300% em celas com péssima ventilação e iluminação - soma-se ao racionamento de água e a alimentação precária. Condições que torna quase impossivel evitar a propagação pelo virus.'

Outro aspecto tambem preocupamente é à aceleração na taxa de contaminação dentro das prisões segundo dados fornecidos pela CNJ que apontam que no mês de abril houve um aumento de 112% e a dissiminação tende a continuar subindo e que ,porquanto, se não evitarmos esta tragédia ao recorrer ao magistrado tal população estará fadada a tragédia.

Em suma a solução para a restrigência parcial do coronavirus ao antro das prisões se encontra na diminuição do fluxo de ingressão aos presidios com  à aplicação de medidas cautelares quando viável como apontou a CNJ, Também é necessario se ater a precariedade do sistema carcerário - assim sendo âmbitos como salubridade e espaço o foco -  e que cabe a população tomar conciência disto e se manisfestar diante o governo em buscar de soluções eficientes para este grave problema.