Impactos da pandemia no sistema carcerário brasileiro
Enviada em 04/01/2021
O sistema carcerário brasileiro foi criado com o preâmbulo de reabilitação dos detentos na sociedade. Outrossim, criado com vantagens, como receber visitas e produtos. Porém, os detentos têm sido prejudicados, em virtude da fragilidade dos presídios somada ao coronavírus, que piorou o cenário, causando furdúncios, solturas, fugas, etc. Tal fatalidade deve ser eliminada, urgentemente.
Precipuamente, é válido ressaltar a precariedade das prisões no Brasil. Igualmente, como tem sido difícil mante-las diante à uma pandemia global. Hodiernamente, as prisões brasileiras apresentam a fragilidade em sua estrutura, como iluminação e ventilação, além das funestas superlotações. Somado a isso, o coronavírus provoca aumento no número de casos e mortes entre os detentos e agentes penitenciários.
Por consequência, os presos tendem a criar cada vez mais tumúltuo e fugas em massa. Ademais, muitas solturas precipitadas, injustas muitas vezes, foram realizadas, como foi o caso da liberação do André do rap, um dos líderes de uma gangue criminosa -PCC-, em 2020. Além disso, as visitas e o envio de produtos aos detentos também foram prejudicados pela pandemia, sendo barrados ou adiados, constantemente. Logo, causando ainda mais revolta entre os presos.
Portanto, visto a intensidade da problemática apresentada, conclui-se que tal situação deve ser imediatamente solucionada. Dessarte, assiste à Unidade Federativa aprimorar a estrutura física dos presídios por meio de investimentos, a fim de garantir áreas mais amplas, inclusive áreas de tratamento aos detentos e policiais com covid-19. Dessa forma, o sistema carcerário do Brasil, possivelmente terá muito mais saúde, espaço, harmonia e reabilitação aos presidiários.